terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Decadência bonita humana


Estamos no século 21. E é visível. Não andamos em naves como os Jetsons, mas estamos realisticamente próximos.

No início do século passado a vida comparada ao século retrasado era formidável e próspero. Pessoas consumiam coisas que antes era restrito: roupas, alimentos, locomoção, energia, ferramentas e diversos bens de consumo.
Comparado com o século passado, hoje estamos vivendo o luxo. E este luxo, comparado ao século passado, é barato e acessível.

Viver melhorou e melhora cada vez mais. Mas tem algo que piora: a inteligência

O conhecimento arquitetado pelos Pensadores está fadado a morrer. E o motivo é simplesmente a preguiça e desapego à virtude.

A crença é amiga da ignorância e inimiga da verdade. Qualquer crença: religiosa, filosófica, política e econômica. Enfim, o acreditar sem questionar. O querer irracional e insano, que dá prazer e exige pouco.

Crer exige pouquíssimo e permite ficar na zona de conforto. Tal zona é não precisar buscar a virtude, e não ter a chance da auto-excomungação. Assumir a culpa e responsabilidade.
Dizer qualquer coisa pois a fé justifica. Não se faz sabão, aço ou conhecimento com a fé, mas ela é mais importante.

Passou-se o tempo mas a ciência, não a Ciência pomposa e inacessível mas da ciência de ser um humano e pertencer à natureza, ainda está nos mesmos níveis do século passado. O instinto se sobressai à conciência e a razão. Parece não haver ainda hoje a compreensão de que os instintos, assim como as crenças, são primitivos. Que eles por si só nos reduzem a bovinos simplesmentes, pertencentes de uma grande boiada e todos seguindo uma crença, que quase sempre é o da maioria.

Não se dá a cara para bater, trabalhar ou estudar. Simplesmente se diz crente de algo. O humano ou brasileiro médio é tão medíocre quanto foi o seu antepassado. Ou mais.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Relembrando 2009

Estive pensando em escrever algo sobre os acontecimentos de 2009. No final, acabei lembrando de coisas demais. Cheguei a conclusão de que nada seria melhor do que fazer um video. Afinal, as imagens falam por si só.

Dentre os principais fatos que marcaram o ano que passou, nós da academia, comentados sobre alguns. Portanto, não fizemos nenhum julgamento no video. Apenas breves comentários, muitas vezes neutros, e algumas vezes tendênciosos.

Muitos irão críticar a razão de não ter posto o caso da Uniban, envolvendo o preconceito com a maneira de se vestir da menina Geyse. Melhor abafar o caso. Não quero passar outra vez por tamanha vergonha tendo que lembrar disto. Animais não fariam melhor.

Que venha em paz 2010. E que todos continuem no AC.

Curta o video. E não se esqueça! Se houver algum fato marcante em 2009 que não está no video, por favor, deixe registrado nos comentários.

domingo, 27 de dezembro de 2009

As éticas

Nada supera o respeito que devemos ter por nós mesmos. No caso contrário, no caso da maioria, as decisões tomadas inconscientemente não têm nada de inconsciente em si. São apenas ecos do que a sociedade determina.



Por mais antigo que seja, o debate sobre a ética continua muito vivo. Ao longo da existência do homem, as escolhas tidas como corretas foram mudando, dando lugar ao tipo de ética mais em voga. Por vezes unânime, e por vezes entrelaçado. Nem tudo pode ser condenando judicialmente, mas em sentido moral, determinadas atitudes são questionadas em nossa consciência. As nossas e as dos outros. Portanto, para questionar nossa moral e a dos outros, entender nossa consciência é fundamental.

Em primeiro lugar, é importante saber quais são os tipos de ética existentes. Logo após, identificar a que foi desenvolvida em nós, seja através da criação e por grandes ou pequenas escolhas que fizemos. Por fim, questionar e escolher. Vou parar no primeiro passo. Cada um sabe o que deve fazer a seguir.

Sobre os tipos de ética, podemos afirmar que desde outrora, existem três: a ética utilitarista, a ética relativista e a ética kantiana. Independente da época em que o conceito de cada uma delas foi formado, recentemente ou a milhares de anos, as três atuaram livremente. Às vezes de forma consciente, muitas vezes de forma inconsciente.

Importante frisar este ponto. Quando adotamos um modelo de ética, assumimos um conjunto de princípios próprio e tomamos nossas decisões independentemente da escolha de outros, maioria ou não. Ser aceito ou não, não importa. Nada supera o respeito que devemos ter por nós mesmos. No caso contrário, no caso da maioria, as decisões tomadas inconscientemente não têm nada de inconsciente em si. São apenas ecos do que a sociedade ou o círculo que vivemos nos determina, seja através de uma religião ou regionalidade. Nada contra essa influência, desde que a escolha seja sua.

Comecemos pela ética utilitarista. Segundo ela, as ações devem ser motivadas por fim específico e benéfico. O que norteia o utilitarismo é a felicidade, ou seja, tudo que fizer deve conduzir ao bem maior da felicidade. "Gosto dele porque me faz feliz", "estudo porque posso ganhar dinheiro" ou "obedeço meus pais porque ganho proteção". Todas as afirmações são acompanhadas de uma explicação, uma justificativa. O problema de tal ética é que podemos ser falsos, mesmo sendo felizes. Se alguém faz um poema de amor para conquistar alguém, o poema em si é falso, pois apenas conduz ao objetivo, perdendo assim, o espírito que o permeia.

A segunda ética, a relativista ou subjetiva, não gosta de conceitos objetivos, determinantes em si mesmos. Nela, uma questão sempre precisa ser vista por um contexto diferente. Pode ser errado aparentemente, mas no fundo pode ser certo e vice-versa. Roubar é errado, mas roubar por fome não deveria ser. Matar alguém é errado, mas matar um assassino não deveria ser, já que em contrapartida você estaria salvando outras vidas. Falar a verdade é certo, mas às vezes não. O diabo desta ética é seu casuísmo. As pessoas tendem a utilizá-la quando voltam ao passado. Ao invés de encarar os fatos, preferem explicar seus erros.

Por fim, a ética kantiana. Cunhada pelo filósofo alemão Immanuel Kant, do século XVIII, essa ética adquiri valor por si só. As ações não devem ser motivadas por nenhum conceito posterior, mas apenas porque devem ser assim. Ao invés de "estude, porque você vai se dar bem na vida", aparece apenas, "estude!". Não preciso explicar minhas motivações, devo fazer porque é assim que deve ser. Gosto de você. Ponto. Qualquer explicação dessa afirmação a tornaria falsa e egoísta. O problema dessa ética é sua dificuldade em nutrí-la e praticá-la. Entretanto, ela se aproxima muito da verdade e da pureza.

Existe literatura diversa sobre as três éticas, todas com nomes de peso e argumentos poderosos. A filosofia se encarrega pela maior parte, mas as outras ciências têm muito a acrescentar sobre o debate, tanto através do realismo quanto através do empirismo.

Em nossos tempos, a moda é a ética utilitarista. As pessoas sempre estão motivadas a fazer algo porque tem algo a ganhar. Caso contrário, perda de tempo. Desperdício. Na verdade, triste, mas a verdade, as pessoas estão sempre fazendo as contas na ponta do lápis. Concomitantemente, nas entrelinhas, caminha a ética subjetivista, pronta para arrebentar tradições ou explicar maldições.

Poucos escolhem a ética kantiana. Completamente fora da moda, essa ética tende a crescer. Infelizmente, somente no espírito de quem a escolhe. Não sei ao certo, mas através dela, parece que as pessoas tornam-se mais puras, verdadeiras.

Existem outras éticas, algumas delas variações sobre o mesmo tema. Contudo, estude, se estude. Escolher sua ética é fundamental. Verá que a maneira de ver o mundo nunca mais será a mesma, nem mesmo seu mundo passado. Sem formar religiões, neste ano que se aproxima, precisamos mesmo é de cidadãos.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Onde vivem os monstros

Num mundo perfeito, tudo dura pra sempre. Mas na vida real, nunca é sempre.


Depender dos outros pode ser perigoso. Apesar de sermos incapazes de produzir tudo que precisamos, ao menos temos de ser responsáveis por nossos sentidos e sentimentos. Além disso, olhando externamente, também não é fácil ser responsável por alguém. No sentido de completar e satisfazer, diria até que é impossível.

Programado para ser lançado no Brasil em janeiro, mas já lançado nos Estados Unidos este mês, o filme Onde Vivem os Monstros(Where the Wild Things Are, 2009, Estados Unidos) do diretor Spike Jonze, trata deste tema. Roteiro adaptado da história infantil de Maurice Sendak, que tem o mesmo nome, é um daqueles filmes para criança que agrada, e muito, também aos adultos. Logicamente que nada é escachado, tudo se passa na entrelinhas. As crianças se divertem com os monstros e as brincadeiras. Os adultos refletem.

O filme começa apresentando o mundo de Max, uma criança com imaginação fértil e desejo de brincar. Como a maioria das crianças dos nossos tempos, vive sozinho. Sua irmã, já na adolescência, não tem tanta paciência pra brincar com o irmão. Sua mãe o ama, mas precisa trabalhar duro para sustentar os filhos, além de ter que dosar seu tempo entre eles e seus relacionamentos. Enfim, não há possibilidades. E isso incomoda muito Max.

Revoltando com a situação, Max foge de casa. Seus caminhos o levam até uma ilha misteriosa. Lá encontra diversos monstros, meigos, porém, assustadores. Olhando atentamente, mas de longe, ele decide se apresentar. Para sua surpresa, ao invés de o acolherem, os monstros resolvem devorá-lo. Diante do perigo, Max inventa uma história. Diz que era rei do lugar de onde veio e que possuía poderes para acabar com os seres que o incomodassem.

Então, tudo muda, os monstros recuam. Radiantes pela possibilidade, em segundos se vêem diante de um redentor e passam a idolatrá-lo. Na verdade, fazia algum tempo que eles procuravam alguém para guiá-los, para fazê-los felizes. Ora, nada melhor do alguém como Max para tarefa. Um novo rei de estabelece.

A partir daí começa uma lenta desgraça. Uma alegria tênue que dá lugar a tristeza profunda. No início as coisas fluem. Tudo que Max decide é visto com glamour e alegria. O tempo todo ele precisa responder perguntas, dizer o que deveriam fazer. Mas ele apenas queria brincar.

Logo, os monstros começaram a se queixar. Não estavam felizes da forma que imaginavam que ficariam. Achavam Max parcial e responsável pelos problemas que se seguiram. Aquilo foi terrível. Todos os deixaram.

O problema não estava em Max, uma simples criança. O problema estava naqueles monstros, incapazes de serem felizes por si mesmos, pois depositavam sua felicidade nos outros. Em crônica carência, escolhiam qualquer pessoa que prometesse o que queriam.

Max nunca havia sido rei e muito menos obtivera super poderes. No fundo, os monstros sabiam disto, mas preferiram fechar os olhos e tentar. Faziam isso porque era mais fácil e já estavam habituados. Trocavam as pessoas, mas nunca enfrentavam o problema.

Quando Max foi descoberto, virou decepção. Diferente dos reis anteriores, encarou a situação e percebeu que seu tempo havia chegado. Amadureceu. Passou a entender que na vida as coisas têm um fim, mesmo um relacionamento. Num mundo perfeito, tudo dura pra sempre. Mas na vida real, nunca é sempre. Que mal há nisso? As coisas apenas duram o tempo que precisam. Forçar a barra apenas trará dor. Se for muito dependente dos outros, dificilmente vai perceber quando essa hora chegar.

O filme é belíssimo. Além da história, temos uma amizade deliciosa que se desenvolve entre Max e Carol, um dos monstros. Os dialógos são inteligentes as brincadeiras podem divertir as crianças com facilidade.

Não deixe de ver quando chegar ao Brasil. Abaixo, um link do trailer. Se ver, talvez, ao término, descubra que o lugar onde vivem os monstros é ali, dentro deles mesmos.

Natal

Respeito muito as comemorações natalinas. Mas penso como o clássico personagem de Charles Dickens, Ebenezer Scrooge, que disse: “Para o diabo com seu Feliz Natal”

Trailer: http://www.youtube.com/watch?v=AZlIvjXPav0

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Crise financeira, não diga adeus.

Pois é, foi apenas o perigo passar e esquecemos tudo. Nessas horas desejo que a crise não acabe.
A humanidade tem o péssimo hábito de enxergar o mal apenas quando este se aproxima, de forma iminente e avassaladora. Apesar haver relatos históricos parecidos, previsões confiáveis e avisos constantes, nada é bom o suficiente para impedir que façamos o que é mais fácil, e por ventura, conveniente.

No auge da crise(e quando digo isso quero deixar bem claro que ela já existia há um bom tempo sem que muitos dessem atenção), em 15 de setembro de 2008, o mundo finalmente sentiu o frio na espinha. A sensação foi “E agora?”. Diversos prognósticos e terríveis previsões, dignas de um livro bíblico apocalíptico, apontaram para os cenários mais sombrios. Nos meses seguintes, as notícias subjacentes confirmaram que a bafunfada errou mesmo e que o fim estava próximo.

Diante deste consenso tenebroso, o mundo decidiu se mobilizar. Vamos acabar com os lobos e salvar os cordeiros. Afinal, os lobos colocaram em risco sua própria pele quando deixaram a besta solta. Tal sistema funcionou belamente pra eles, que enriqueceram ao mesmo tempo em que não havia crescimento sustentável ou real.

Os debates que se seguiram deixaram esperanças. O sistema financeiro passaria a ser regulamentado, como deveria ter sido a muito. Ao mesmo tempo, as nações em desenvolvimento ganharam destaque, entre elas o Brasil, com a criação do G20 e o descrédito do G8. Não por acaso, fizeram por merecer. Além destas conquistas, houve avanços no FMI, onde os desenvolvidos reconheceram a importância do terceiro mundo dentro do debate. Sem contar as negociações de Doha e outras envolvendo o clima.

As profecias, todas elas, estavam se cumprindo, e o fim do neoliberalismo parecia realmente próximo. Alguns até se arriscaram a dizer que o capitalismo também morreria.

É, parece que tudo não passou de uma euforia repentina. Os bons ventos começaram a soprar para a economia e muitos saíram do buraco. Marcaram para 2010, mas ainda neste 2009, muitos decretaram o fim da crise.

Bom?

Não sei ao certo. Com as coisas voltando rapidamente para os eixos, aqueles que pareciam derrotados, ganharam forças novamente. Descobrimos então que no meio daquelas reuniões sobre mudanças, havia lobos vestidos de cordeiros, articulando para restaurar a ex-atual novo-velha ordem.

O resultado é que os poderosos começaram a dar as coordenas outra vez. O FMI já começa a balançar. Os debates envolvendo o clima voltaram a ter a mesma arrogância de antes. As negociações da rodada de Doha se mostraram inflexíveis. Os senhores das corporações grandes demais para quebrar começaram a agitar as bruxas das bonificações milionárias. Por fim, os bancos americanos, devolvendo o dinheiro que pediram ao governo, passaram a ir contra as reformas de regulamentação do sistema financeiro.

Pois é, foi apenas o perigo passar e esquecemos tudo. Nessas horas desejo que a crise não acabe. Sei que é difícil para milhões de pessoas que passam fome. Sei também que uma crise como a da década de 30 pode ceifar vidas. Mas o que adianta salvar poucos agora e detonar com todo um sistema no futuro? O próprio capitalismo nos ensinou que momentos de dor, longe de serem mortais, apenas nos fortalecem.

Se alguém não der um fim às falhas deste sistema, elas vão crescer, e quando nos dermos conta, será tarde demais. Crise, por favor, não dos deixe! Não agora.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

É CRIME POR QUÊ ?

Veja o vídeo:



Em uma pacata cidade do RN, pessoas utilizavam uma planta que curava diversos males. A população, também pacata, não sabia da origem. E nem importava.
Até que algum "moralista botânico" suspeitou que era maconha. Provado ser Cannabis, agora o Estado mostra seus dentes e se mostra um besta que vai contra a harmonia e a vontade dos indivíduos.
Maconha é proibida! E por que?

É só ver o vídeo e ter CERTEZA de que tem algo errado. Seria os cidadãos que fazem uso da planta ou o Estado "moralista".

Para quem estudou um pouco, sabe que a maconha foi criminalizado por motivos estritamente econômicos. O cânhamo competia diretamente com o petróleo. Só que motivação econômica de poucos que fazem simbiose com o governo APENAS não é tão legal. É muito na cara. Então o que aconteceu?

Nos EUA, a maconha era ligada aos "inconvenientes" chicanos. O conservadorismo estúpido ligou crimes e imoralidades aos mexicanos que, por sua vez, usavam maconha. Tcharam!
Aqui no BR foi muito parecido, mas a nossa "inconveniência" eram os negros, também usuários da planta, cultivada a milênios e que permitiu que Cabral viesse ao Brasil, já que as velas das caravelas eram feitas de cânhamo. E quem vê alguma obra de Boticelli estará de frente à uma tela feita de maconha.

Brasil só importa o que não presta de fora, e a criminalização da maconha foi uma delas. E o que corrobora essa legislação?

IGNORÂNCIA PURA.

Nessa até a UJS vai me aplaudir!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Quem consegue viver com R$ 5 mil mensais? Vale-cultura para não ver novela


A infinita saga contra o Estado.

"Quem consegue viver com R$ 5.000 por mês?", indaga presidente da Câmara de SP. Antonio Carlos Rodrigues (PR). Este é o fulano que acha que não dá para "viver" com 5 mil Reais mensais. Este exemplo mostra algumas coisas:

O reino da fantasia que SÓ políticos e intelectualóides apoiadores promovem para eles mesmos; no poder, o céu é o limite. Sabem por que?

Pois estes cidadãos desconhecem totalmente a REALIDADE de conseguir viver de maneira honesta e voluntária. 5 mil Reais é pouco, claro, já que se pode expoliar a população aumentando 30% do IPTU. Assim como um bandido, os políticos acham que podem tudo. É só dar uma canetada, ou seja, apontar uma arma.

No Campo Limpo, distrito da zona sul onde Rodrigues mantém seu curral eleitoral, a renda média mensal é de R$ 932. Isso também explica o óbvio:
Eleitorado burro e incompetente.


Vale-cultura pra quê, se a novela é de grátis?

Senado aprova Vale-Cultura; proposta volta para a Câmara



Essa é a inclusão social, cultural ou o raio-que-o-parta. Tributação de 40% e uns 50 Reais pra massa ignóbil ficar feliz. Alguém mais duvida que vivemos num regime semi-socialista?
Esquerdista são assim mesmo. Estão loucos pra arbitrar o dinheiro alheio surrupiado por eles.

E não tem boi: O ESTADO É O MAIOR CONCENTRADOR DE RENDA. 1 TRILHÃO DE REAIS.
Parabéns à Lula e seus apoiadores. Bandidos imorais.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Pensamentos soltos

Mais do que escolher o que vai ser, escolha antes suas companhias. Sobre isso, às vezes escolho a solidão.


Estranho, mas não sinto saudade dos meus tempos de infância. Talvez porque tenha sido um idiota. Se bem que não vejo a menor diferença nessa afirmação. Quem garante não seja um agora? Poderia ter sido pra mim, mas não para os outros. Hoje posso não ser para mim, mas e para os outros? Quer saber? Realmente sinto que não há diferença. Na verdade, depende apenas do que você valoriza.

Embora estejamos vivendo em tempos relativos, onde não há tempo perdido, não necessariamente devemos aderir ao pensamento. As pessoas procuram valorizar demais o que é real, ou se afastar demais do que não é realidade. Será o caminho das pedras? As linhas do real e o imaginário se misturam com o tempo. Somente o que fica é o que , de fato, faz a diferença, independente de sua categoria.

Eis a questão! O que realmente fica? As coisas boas dirão. Quem disse que o tempo é tão justo assim? Faça o exercício você mesmo. Pare e pense por alguns minutos no que se passou por todos esses últimos trezentos e sessenta e cinco dias. Não force, deixe que as imagens venham. Percebe o que ficou? Ok, agora aumente o volume. Deixe que venham as lembranças dos últimos todos os anos de sua vida. Puxa, essa imagem você não queria que viesse? É minha amiga, veio. Onde foi parar aquela boa lembrança? Eu avisei que ele não era justo.

Não confie no tempo. Não confieis demais em quem pode dominá-lo com tamanha desfaçatez. Veja sua avareza. Quanto mais lhe pede, menos lhe entrega. Experimente a indiferença. Ignore-o e veja o quanto podes ganhar.

Somos o conjunto de decisões que tomamos ao longo de nossas vidas. Seria uma espécie de infinita highway. Existem inúmeros trechos, opções infinitas, inúmeros retornos, várias placas. Na medida em que passam os séculos esse sinais aumentam. Alguns idiotas pensaram que sabiam mais de nós do que nós mesmos. Ora, quem pode nos dizer o que é melhor para nós? Podem buzinar a vontade, prefiro seguir minha estrada. Fracos e iludidos vivem seguindo os caminhos que os idiotas lhe indicam. Quem disse que quero chegar a algum lugar? Quer saber como descobrir um idiota? Fácil, ele sempre tem uma placa na mão, um mapa na bolsa, um sorriso no peito.

Aliás, sobre os fracos e idiotas, li algo interessante. Seja um verme ou um elefante, ambos tem capacidade para serem poderosos ou impotentes. A balança entre as necessidades e possibilidades que irá determinar. Os fracos são sempre aqueles que desejam mais do que podem. Claro, não quero que você queira menos. Apenas digo que aprimore suas faculdades antes de adquirir uma nova necessidade. Sem atalhos, não há milagres. Esqueça as placas.

Sendo assim, o quanto você é depende do quanto você decidiu. Fico assustado quando penso nessa história de decisões. Já parou para pensar em quantas coisas você escolheu? É assustador sim, mas quantas coisas você simplesmente não escolheu? São tantas que nem dá pra saber. Melhor parar de pensar.

Nossa personalidade é uma utopia. Por mais anti-social que seja jamais deixará de ser influenciado por aqueles que vivem ao seu redor. Eu sei, os genes são poderosos, mas a convivência também. Você se parece com seus pais por causa dos genes, mas também porque viveu grande parte de sua vida ao lado deles. Principalmente na infância, no ápice da imitação, só restavam eles. Nem preciso falar dos colegas de escola e trabalho. Mais do que escolher o que vai ser, escolha antes suas companhias. Sobre isso, às vezes escolho a solidão.

Já reli esse texto diversas vezes. Encontrei diversas contradições. Gostei. Afinal, a vida é repleta de paradoxos e contradições. Ironia seria a palavra correta. Será que uma fábula poderia resumir nossa existência? Vou viver a tentar encontrá-la. Encontrarei nas artes? Nos livros, nos discos, nos quadros ou nos filmes? Nos hábitos? No trabalho, no bom dia, no café, no almoço? Nos momentos especiais? Um olhar, um abraço, uma carta, um e-mail? Pode ser, não acho, tenho uma pista. Posso estar errado, mas sinto que será em você.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Um bolha financeira só nossa


"Se os EUA fazem, por que não fazer?"

No melhor estilo esquerdista, a frase acima é uma tentativa bandida de justificar o injustificável: sacrificar toda a economia em nome de um "bem-comum". Ela poderia ser usada agora ou daqui a um tempo.

Estou falando da intervenção estatal na economia do Brasil. Políticas como "Minha Casa, Minha Vida" que subsidiam imóveis para baixa-renda (R$ 17 mil de subsídio com o imóvel valendo R$ 68 mil) faz a alegria das construtoras. O financiamento pelo Caixa Econômica Federal, banco estatal, faz com que as construtoras tenha dinheiro no bolso. E se o cidadão que comprou o imóvel não conseguir pagar? Quem arcará com os riscos?

Perceba que o financiamento é pelo banco estatal.

Em Setembro, o relatório do Banco Central revelou o que já estava em curso: 40,6% da carteira de crédito nas mãos dos bancos públicos, e aumentando. O Banco do Brasil já prevê aumentar para 2010 o crédito em 20%. Claro que o aumento será na carteira de consumo, como já ocorre. Manobra agressiva demais, enquanto os bancos privados, vejam só, continuam austeros.

Banco do Brasil, banco estatal.

A inadimplência no acumulado do ano está em 13%. Com uma breve diminuição nos últimos meses devido ao décimo-terceiro e inserção de mais compradores na economia. Essa inserção só se dá de duas formas: mais emprego, como acontece, e mais crédito.

Assim na economia como na realidade as coisas não acontecem de uma hora para a outra. Mas seguindo a teoria econômica autêntica, o governo já começou a inflar nossa própria bolha. A versão canarinho da bolha não será muito diferente que a dos EUA*. Virá a inflação, aumento de arrecadação de tributos, a inadimplência aumentará, o governo imprimirá mais dinheiro, prolongará mais um pouco a euforia até uma porção de gente deixar de honrar os compromissos.

A queda será íngreme e violenta. Eu aposto que será perto das eleições presidenciais em 2014.


*Nos EUA foram as hipotecas que, graças aos juros artificialmente baixos nos últimos anos, foram aumentando o valor dos imóveis devido a procura e enxurrada de dólares. Com o tempo, o valor das casas inflaram. O cidadão não conseguia mais pagar. Começou o calote e os preços das casas despencaram, perdendo valor, e contaminou todo o sistema financeiro, que havia colocado as "duplicatas" no sistema.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Brasil: vivendo uma velha fábula

Faz algum tempo que nosso país vem sendo adulado por diversas raposas. Nosso Guia se parece muito com o corvo e adora abrir um bicão para mostrar o quanto sua voz é bela

Fábulas são belas histórias envolvendo animais falantes, carregados de características e traços de personalidade humanas, que ao final, revelam uma lição de moral. Para muitos, seu público alvo são as crianças. Crasso erro. Além de não possuírem razão suficiente para entender as questões de moral, elas apenas se apegam as espertezas dos animais, correndo o risco de admirar o lado contrário.

Acredito que as fábulas devem ser contadas para os adultos. Fazê-los enxergar determinados princípios óbvios e aprender a evitar velhas armadilhas. Afinal, o que falta para muitos adultos é o que sobra nas crianças: humildade.

Quando olho para o cenário atual do Brasil diante da economia mundial, lembro de uma das fábulas de La Fontaine. Em recente visita ao nosso país, o ilustre economista Paul Krugman nos alertou sobre a euforia exagerada em torno da economia brasileira. Segundo ele, tal euforia não corresponde com a realidade, nem de perto. Portanto, alguém precisa pôr uma basta nestes oportunistas. A partir daí, apontou as consequências, caso não haja o freio. Bem, não é preciso dizer que Krugman foi ridicularizado. Será que ele também andou pensando nas fábulas de La Fontaine?

Uma delas chama-se O Corvo e o Raposo, e parece ser muito apropriada:

Mestre corvo, sobre uma árvore pousado, segurava com o bico um queijo. Mestre raposo, pelo odor atraído disse-lhe aproximadamente estas palavras:
- Olá! Bom dia, senhor corvo! Como sois bonito! Como pareceis belo! Sem mentir, se vosso canto correspondesse à vossa plumagem, seríeis a fênix dos hospedes destes bosques.
A estas palavras, o corvo fica louco de alegria e, para mostrar sua bela voz, ele abre um bicão e deixa cair sua presa. O raposo o pega e diz:
- Meu, bom senhor, aprendei que todo adulador vive à custa de quem o escuta. Esta lição vale um queijo, sem dúvida.
O corvo, envergonhado e confuso, jurou, mas um pouco tarde, que não o pegariam mais.

Faz algum tempo que nosso país vem sendo adulado por diversas raposas. Nosso Guia se parece muito com o corvo e adora abrir um bicão para mostrar o quanto sua voz é bela. Espero que não demos ouvidos a esses aduladores. Juremos, antes que seja tarde, que não nos pegarão mais. Seria muito frustrante perder nosso queijo, conquistado com tanta luta.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Inertes

Não pense que sou contra o trabalho. Apenas acho que ele deveria fazer parte de uma parcela menor do nosso tempo. Duas ou três horas talvez. Ninguém precisa mais do que isso. Quem quiser mais coisas pra si, que adquira paciência ou aprenda a fabricar.

Tenho o costume de ir contra os costumes. Em diferentes graus de intensidade, me incomodam. Quando uma quantidade desproporcional de pessoas escolhe o mesmo caminho, fico desconfiado. Mas, quando a maioria faz algo prejudicial sem notar os danos, fico possuído. O “efeito manada” esconde as feridas da sociedade. A inércia abomina qualquer tipo de questionamento.

Existem dois tipos de pessoas inertes. O primeiro embarca porque todos resolveram embarcar. O segundo, porém, já estava no barco e se contenta em estar. A única coisa que os dois têm em comum é a incapacidade de levantar os olhos e olhar ao redor. Se o fizessem, certamente que perceberiam a enrascada em que se meteram por estarem naquele barco.

Certamente que não estamos falando de uma doença crônica. Todos podem mudar. É, não sei, nem todos. Em relação a isso, posso dizer que as coisas pequenas precisam de poucos ajustes. Contudo, as grandes coisas precisam de um longo tempo.

Quando olho para maneira que nossas vidas são conduzidas, fico perplexo. Um longo tempo se passou e ainda adotamos o mesmo estilo de vida. O erro em que incorreram nossos antepassados apenas mudou de nome, porque continuam sendo que sempre serão.

Os pais de hoje têm poucos filhos, quando muito, dois. Ao nascer, essa criança torna-se o que há de mais sublime. Nasce à dádiva, a chance de realizar seus sonhos através de outra vida. Nem Deus pode com tanta idolatria.

Qual pai que não ama seu filho? A partir desta afirmação paradoxal, tudo é válido. A fim de proteger seu filho das mazelas vindouras, os pais, desde a tenra idade dos filhos, adotam um sistema intensivo de preparação. Matriculam na melhor escola, no cursinho de francês e alemão, entram nas aulas de violão e a noite ainda sobra tempo para a natação. Todas essas atividades, planejadas de forma mirabolante. O pai sabe explicar como ninguém em quais skill level seus filhos irão evoluir dentro de cada tarefa. Maldita ciência positivista.

Onde fica aquela infância saudável? Aquela fase da vida onde somos livres? Não existia pressão, nem futuro. Nesta fase, o crescimento é uma sucessão de erros transformadores, às vezes dolorosos, mas profundamente enriquecedores. Roubaram isso de nós. Fomos ensinados a evitar ou suportar os erros, quando deveríamos ser ensinados a exercitá-los.

Além do sofrimento normal ao qual serão submetidos ao longo da vida, os filhos ainda precisam levar nas costas esse peso, o peso de serem a felicidade e a vida dos pais. Sendo assim, não se pode falhar.

A juventude é uma fase cheia de vida. Nossas veias provam o quanto somos insuperáveis. Entretanto, para onde vai tudo isso? Trabalho. Maldito trabalho. Quando o filho cresce, vai ao mundo, entra no campo de batalha.

Passamos toda nossa vida dentro desse maldito trabalho. Percebe como tudo gira em torno dele? Todos os dias da semana, você dorme e se alimenta. Por quê? Para gastar suas energias produzindo. Quando chega o final de semana, você descansa. Tudo para voltar para o trabalho.

Vai comprar algo? Precisa trabalhar. Quer ter uma família e construir sua casa, comprar um carro ou viajar. Trabalho, trabalho e trabalho. Desde a mais primitiva juventude, no início da era de ouro, assinamos um contrato de previdência onde abrimos mão de tudo isso para viver os últimos 10 anos em paz e dar prosperidade aos nossos filhos. Privação eterna.

Abandona seu presente certo para um futuro incerto e pueril. Do que adianta colocar tanto peso de não pode carregar?

Quem disse que isto é o certo? Quando passaram a pensar assim? Porque trabalhar tanto para um dia se aposentar e usufruir tão pouco? De que adianta ter desperdiçado tanto para uma vida medíocre? Na aposentadoria os velhos têm todo o tempo do mundo. Mas o que farão com ele?

Vamos inverter esse jogo. Ao findar os anos escolares, ganharemos nossa aposentadoria. Iremos vagabundear, ficar sem fazer nada, deixar de fazer o que é preciso para ter de fazer o que nos é sentido ser preciso. Lá pelos quarenta e tantos, no começo da derrocada, quando os limites impõem sua força, aí sim, daremos, aos poucos, uma parte de nosso tempo para o trabalho. Quando os joelhos não funcionarem mais, ficaremos sentados no escritório. Quando o cérebro ficar mais devagar, iremos preparar os relatórios. Quando faltar o ar, as dores chegarem, estaremos a frente do computador. Aos 80 anos, seremos gestores, experientes o suficiente e fracos o bastante para administrar a vida dos outros.

Não pense que sou contra o trabalho. Apenas acho que ele deveria fazer parte de uma parcela menor do nosso tempo. Duas ou três horas talvez. Ninguém precisa mais do que isso. Quem quiser mais coisas pra si, que adquira paciência ou aprenda a fabricar.

Nossos tempos são frenéticos. Cada vez mais rápidos e mais distantes do que éramos. Triste, pois ninguém nasce humano, nós nos tornamos humanos. Em meio a esse caos, deixamos de lado este processo e ficamos incompletos. Essa falta de complexidade gera pessoas triviais, desejosas, cheias de anseios fantasiosos. Daí surge às tecnologias. Ora, o que são essas bugigangas, senão muletas?

Saber tudo isso é um começo. Sem inércia, por si mesmo.

"O que há de mais moderno ainda é um sonho muito antigo. Tentei ficar na minha, tentei ficar contigo, o que há de mais seguro também corre perigo."Humberto Gessinger

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

"Desconfiei desde o princípio"

"[...]no início do begining."



Você lê os textos do AC e não compreende muito? Não entende ao certo o que acredita e acha normal não entender? Você estuda, se informa e não sabe o que o autor fala ao certo, mesmo não sendo algo muito científico e técnico? Não se preocupe...

...eu tenho a solução! Agora você passará a entender, ou começar a entender, o que se passa ao teu redor de maneira mais objetivista, realista e justa:

Principiologia! Ou nada mais que analisar os princípios das coisas.

Costumo neste blog citar muito sobre Ética e Valores. Já que meus textos se referem a temas das ciências humanas, nada mais natural recobrar os princípios da civilização ocidental, e as nossas.

As vontades também. Você não toma Coca-cola porque a propaganda impõe. Se fosse, você teria de tomar então Dolly, Fanta, Turbaína, Pepsi, Guaraná, etc.
Toma todas? É porque você gosta de xarope gaseificado. Tudo parte do princípio "EU QUERO".

Quer cientificismo? No Brasil, quando o chocolate altera a fórmula colocando mais açúcar, vende mais. E você já viu alguma barra de chocolate escrito "Demais! Mais 10% de açúcar!"?

A privatização total do país, ou seja, abolição do Estado em qualquer área econômica é o caminho! Não concorda?
Princípio: Você não destrói tua casa e ganha-pão. Você NÃO almeja usar o SUS, educação pública e depender da PM. Anda melhor de transporte individual que de massa. Torra no mínimo 40% do seu dinheiro com impostos. Come pão da padaria do Manolo e pastel dos Tanakas. Bebe água da torneira que só uma empresa fornece, enquanto tem no mínimo duas de gás. E que este gás tem o preço regulado, para cima, pela ANP, a Estatal.

Quer cientificismo? Nem precisa, né?!

Adoção do padrão-ouro e moedas privadas. Mas quem regulará??
Princípio: As moedas surgiram através de consensos entre as pessoas, que escolhiam e davam valor às moedas de acordo com o seu poder troca. Moedas cobiçadas, portanto, eram as mais valiosas.

Quer cientificismo? Além da própria história, você não trocava suas figurinhas/tazo por QUALQUER figurinha/tazo. Na cadeia Malboro vermelho é ouro, Dunhill diamante.

Por que Lula é bandido e quem está do lado dele é cúmplice?
Princípio: Você, uma pessoa de bem, não se envolve e evita andar com bandidos. Não cumprimenta assassinos e estupradores.

Ciência: PT, Waldomiro, Mensalão, Francenildo, Ahmadinejad, Chávez, Sarney, Collor, MST, Fóro de SP, Obama, PAC empacado, BB, BNDES, etc.

Simples assim. Você pode descobrir e conhecer temas perseguindo o princípio delas.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Ambientalismo - O Novo Comunismo


Não tem como negar. O terrorismo do Aquecimento Global embasa os anseios de Comunistas ao redor do globo. A piada da melancia, de ambientalistas que são verdes por fora mas vermelhos dentro resume o que a turma do "salve o planeta" são.

O Climategate é a gota que faltava pro oceano subir de vez

Não é muita coincidência a proliferação do "consumo consciente"? "Concentração de gases desde a REVOLUÇÃO INDUSTRIAL"? Dos Governos ao no mundo, e agora os dos EUA quererem entrar de cabeça baseados em conclusões anti-científicas? De exaltação da "coisa pública", do transporte público que nas mãos do Estado, seguramente no Brasil, só arruina e não corresponde aos reais desejos dos cidadãos?

Para os desavisados: Comunismo, assim como os irmãos fascismo e nacionalismo, é uma ideologia em que pessoas tentam ganhar dinheiro através do trabalho alheio. Para isso, buscam o aumento do Estado que possui a coerção (armas) e nele arbitram sobre os indivíduos.


Os seguintes linques são imprescindíveis para entender o clima e o terrorismo dos ambientalistas.
OBS.: Prestem bem atenção nas fontes dos linques, antes de falarem alguma besteira sobre "tendencionismo"

O teste da Melancia

Al Gore pediu para sair - Climategate

Prepare-se para o resfriamento Global

A grande farsa do Aquecimento
Global


A decepção Obama


Um verdadeiro material para estudo tudo isso. E é só o começo.

Revisado em 11.12.2009

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

O Caminho da Servidão - Copenhagen


É o caminho para o fim. Desde a Primeira Grande Guerra o mundo moderno não gozará mais do desenvolvimento que só a liberdade proporciona. Seremos escravos, todos. Pode soar alarmista isso, mas é verdadeiro e nada comparado ao catastrofismo falso que criaram em torno do Aquecimento Global.

O fato é que o Governo dos EUA regulará a emissão de CO2, e sem passar pelo Congresso. Isso significa que o verdadeiro Imperialismo ganhará força, e como a História ensina, trajado sempre de "boa vontade". Vou citar os principais pontos da derrocada da civilização moderna:

- Definitivamente não há comprovação de que o CO2, um gás que nós mesmo produzimos, seja responsável pelo Aquecimento. Qualquer análise gráfica, para alguém com noção básica de ciência e estatística, consegue desmentir ou ao menos questionar as conclusões do IPCC.

- O maior mal de uma sociedade depois dos Impostos é a REGULAMENTAÇÃO. Por ser um "problema" global o Aquecimento, os esforços também serão globais, com o intervencionismo de Obama. A tributação confiscará de quem tem condições de pagar, como os norte-americanos e europeus e classe-média do Brasil. As metas de reduzir um gás responsável pela fotossíntese fará dos países pobres eternos pobres, já que não poderão desenvolver-se como os já desenvolvidos.

- Os Estados e seus Governos terão mais poder e dinheiro, sufocando cada vez mais os indíviduos, em maior ou menor grau, ao redor do globo.
Não se intimide com discursos nacionalistas, desenvolvimentistas e socialistas:
O ESTADO QUE FAZ GUERRA. Não há nenhuma guerra e opressão que tenha sido feita por empresas ou a sociedade civil organizada.

- O Bilderberg Club, a elite mundial transnacional que apoderou-se do Governo com o maior aparato militar e economia, está nos porões da Casa Blanca. O Capitólio possui alguns exemplares de libertários que estão aí alertando, mas tendo pouca atenção da mídia, burra e conivente.


Esperar que algumas centenas de Chefes de Estado mude a vida de bilhões de pessoas é estar à caminho da servidão.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Vicio maldito

Não consigo entender como isso se dá. Por que razão aquela ligação é mais importante que a conversa que você está tendo no momento?


pouco tempo atrás, para ser um ET era preciso vir de outro planeta. Hoje em dia ficou mais fácil, basta não ter um celular. Nada resume tão bem os nossos tempos como ele. Antes uma luxúria, agora, uma necessidade.

O fato de alguém ter este aparelho móvel, lhe dá a plena possibilidade de se manter conectado com o resto do mundo. Não importa quão longe você esteja sempre estará perto. Viver sem fronteiras. A tecnologia virou vício. Como pudemos viver tanto tempo sem o celular?

Juntamente com essas mudanças, também apareceram os inconvenientes. Já reparou que quando você está conversando com alguém, mesmo que esteja no auge do papo, no ponto chave da piada, no x da questão, no final da história, o que for, basta apenas que a música toque ou algo vibre para que tudo se acabe? Tudo se torna menos importante diante daquela ligação. Após uma breve pausa, retomamos o assunto. Onde estava mesmo?

Não consigo entender como isso se dá. Por que razão aquela ligação é mais importante que a conversa que você está tendo no momento? Afinal, aquela pessoa começou a conversar com você primeiro. Pior, ela está diante de você.

A verdade é que ficamos na expectativa. Quando você está com o celular, sente que a qualquer momento pode receber aquela ligação. Já reparou na ansiedade de alguém quando recebe uma mensagem? O contrário também é verdade. Quando você não está com o celular, sente que pode perder aquela ligação. Imaginem o desastre? Não consigo entender.

Dizem que é necessário atender, porque pode ser a notícia de que alguém está doente e precisa de ajuda ou que você vai receber alguma dádiva. Pode ser, mas quantas vezes isso aconteceu? É mais fácil você receber um trote. Aliás, eles sempre funcionam, porque, afinal, você está na expectativa.

Outra coisa impressionante. As pessoas ficam chateadas quando outros não atendem suas ligações. Será que ele não gosta de mim? E quando o celular fica desligado? Só pode ser, está com outra. Para as mentes inquietas, é um prato cheio. Viveremos entre monstros da nossa própria criação.

Existem novas tecnologias que permitem colocar no celular um programa de rastreamento, onde você pode, com um simples clique, descobrir onde está determinada pessoa. Acabou sua regalia de dizer para o chefe que vai chegar atrasado por causa do trânsito. Se fizer, ele vai descobrir que você ainda nem havia saído de casa quando mandou aquele torpedo.

Aliás, que nome! Sua mensagem chega tão rápido como um torpedo! Estupendo!

Pode parecer coisa de velho, mas sinto falta da época em que as pessoas ao invés de ligar, iam a sua casa. Queriam te ver. Tente lembrar, qual foi à última vez que você fez isso ou fizeram com você? Quando fez, como foi recebido? Isso também, não consigo entender. Hoje em dia as pessoas não gostam de visitas repentinas, tudo tem que ser com horário marcado. Quanta neurose.

Ás vezes tento deixar. Deixar o celular em casa, deixar o celular tocando, deixar de me preocupar. Experimente fazer isso de vez em quando. Saia de casa, mas sem ele. É como se você ficasse escondido, com mais liberdade, pronto para se perder. Quando estiver no meio de uma conversa, deixe o celular tocando. Não há pessoa mais importante no mundo do que aquela com que você está conversando no momento. Valorize-a, valorize as relações humanas, principalmente as de verdade. Deixe de mandar mensagens, espere encontrar com as pessoas para contar suas novidades.

Nossa vida é cheia de ironias. Um aparelho que deveria ter o papel de aproximar as pessoas, apenas as afasta. Pra que vou querer novas relações em outros ambientes se tenho meus melhores amigos ao meu alcance? Vão engano. Acho que devemos evitar cultivar amizades exclusivas, porque o homem adere ao vício com mais facilidade do que a virtude.

Deixe.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Sendo um frasista - Frases d´efeitos

Quem nunca quis ser um grande frasista? Criar frases de efeitos como Zappa, Bob Fields, Paulo Francis, Aristóteles ou Raul Seixas. Poucas palavras resumindo um mundo de idéias e conhecimento, que no mundo moderno seria emulado por Twitter ou qualquer coisa que o valha.


Lanço algumas minhas:

O subjetivismo é caminho para o obscurantismo.

A natureza é qualquer meio em que se vive. É da natureza do rato viver em esgotos.

A diferença entre um hippie e um rico é que o hippie se contenta com pouco, apenas.

Buscar a verdade na ciência é legítimo, já que não responde o que não sabe. A religião responde o que não sabe, buscando legitimar tua verdadeira intenção: a ignorância.

Odeio ir dormir. Também odeio acordar.

Amar é ter felicidade em algo que você dá muito valor.

Todos somos iguais. Cada um é diferente do outro.

Não sou tão inteligente, as pessoas ao meu redor é que são burras demais.