Conversando com uma colega experiente, ela disse que hoje em dia está mais difícil enriquecer que antigamente. Infelizmente não soube ao certo explicar o porquê.
Outra disse que só fica rico roubando.
Vários concordam.
Também há outros que falam em "oportunidades iguais" para se ter justiça.
Alguns entram na onda dos professores, socialistas e intervencionistas de toda sorte.
Esses lêem outros seres piores, todos de mãos macias que gozam com a calosidade alheia.
Nem todos podem ser Samuel Klein. Pena. E parecem que não fazem questão de fazer 0,1% do que ele fez. Dá pra ser classe-média plena com esta proporção.
Enquanto a APEOESP faz greve por melhores salários, como se merecessem, e são assumidamente massa de manobra de um projeto políto autoritário e bandido, um cidadão numa cidade ao norte da suécia deixou uma herança milionária.
Ele catava latinhas pela cidade.
Burk-Curt fazia parte da classe mais baixa da escala de trabalho, diria Casoy. E isso é óbvio. Muitos aqui no Brasil não se rebaixariam a tal ponto, alegando suposta exploração e outra bobagens.
Pegava latinha e ia à biblioteca estudar mercado financeiro. Isso é resumível: livre-capitalismo.
A fome e outras necessidades ele conhecia bem. A vida não é fácil e quem a vende como sendo fácil não sabe da realidade e de como é a vida de fato. E o catador de latinhas fez o natural: acumulou dinheiro. Marxistas choram.
E não só acumulou como buscou conhecimento. Quem quer vai atrás! - diz uma mãe pobre mas digna. Ganha dinheiro quem trabalha - diz outra.
A partir da "acumlação primitiva", Burk-Curt fez bons investimentos. E bons investimentos dão lucro e se valorizam. 1,4 milhões de dólares como herança. E teus pais não deixaram nem meia centena de milhares pra ti, não é?! Se eles pegassem latinhas e estudassem por espontânea vontade...
...e você também.
Está aí uma dica para os futuros pais: impeçam que teus filhos tenham uma educação medíocre, dessas que professores fazem greve e são os mais incompetentes, e que eles adotem pensamentos de ladrão como "oportunidades iguais", "justiça social" e "transferência de renda".
Na Suécia, apesar de estar se afundando com o Estado de Bem-estar Social, é uma dos países com mais liberdade econômica no mundo, estando na posição 21º no Index of Economic Freedom de 2010, do Heritage Foundation. Brasil está em 113º, atrás de países como Nigéria e Burkina Faso.
Lula é o cara. FHC, Collor, Itamar e Sarney também.
E os professores só querem saber de seus salários.
Em Cuba papel higiênico e sabonete são itens de luxo.
Venezuela vende petróleo mas raciona energia.
Brasil está melhor: Saneamento básico escasso, aeroportos falidos e assassinos em liberdade.
Aos meus colegas estudantes de Economia e outras ciências humanas, arruaceiros e simpatizantes da APEOESP e similiares: vão catar latinha.
Quotation of the Day…
5 horas atrás


7 comentários:
"Você é contra a greve ? Mas vc é muito cabeça dura mesmo, Priscila!"
Vontade é fundamental. O problema maior é ser um país que consegue reduzir todos os males a apenas este fator. Acho que não é o nosso caso
Esse fator é elementar. A partir dele é possível sanar outras deficiências de fato.
Sem contar que é o certo, natural. Cada um contribui com o que pode, sendo uns mais competentes que outros.
Ou como disse George Orwell: "uns mais iguais que os outros"
Errado! Na verdade uns mais diferentes que os outros.
Salário tudo bem, mas e o reconhecimento onde é que fica?
Os professores medíocres de que você fala não bastam para representar uma massa tão heterogênea. Sou professor (não em SP), mas não sou a favor de greves. No entanto, esses professores medíocres só estão aí porque os que têm alguma qualificação e bastante boa-vontade ocupam vagas em insituições de ensino privadas, onde obtêm reconhecimento em diversas formas e salário mais digno, pois estes têm que sustentar suas famílias - tanto quanto os medíocres-fazedores-de-greve.
Na verdade os "professores medíocres" bastou, e você comprovou: são os que não conseguem lecionar em instituições privadas.
Os medíocres dão aulas em escolas públicas, fazem greve e querem mais Estado intervindo na educação.
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